Mulheres e Graffiti

Completo e democrático, o graffiti permite que os artistas tenham a liberdade de abordar dos mais rebuscados e complexos temas, até os mais simples que fazem parte do cotidiano de qualquer indivíduo. Infelizmente, para o universo feminino um dos temas mais decorrentes, e que o grafite tem sido “porta-voz”, é a violência doméstica.

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Panmela Castro, mais conhecida como Anarkia Boladona, é uma das artistas cariocas que conseguem representar com maestria através de seu trabalho autobiográfico, a angústia coletiva de muitas mulheres do mundo inteiro.  Por causa do seu projeto de conscientização em comunidades carentes, o “Graffiti Contra a Violência Doméstica”, Anarkia foi escolhida em 2012 pelo Daily Beast, site do grupo da revista norte-americana Newsweek, umas das 150 mulheres que agitam o mundo. Demais, né?!

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Outras artistas do Rio que marcam presença nos muros cinzas da cidade, retratando não só as dores, mas também toda a força e a beleza das mulheres são Talitha Rossi e Di Couto. Talitha é estilista, e ficou conhecida no universo do grafite através da sua criação, uma boneca artsy super e feminina que pode ser vista em paredes de todo mundo. Já Di Couto, antes de grafitar desenhava belos rostos femininos, e acabou encontrando na arte de rua, uma forma de expressar sua admiração para o mundo.

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É importante ressaltar que a batalha pela valorização das mulheres é de todos, pois a luta por direitos é universal, independente do gênero. E mais, a arte de rua é um canal importante neste luta diária pela conscientização da condição feminina, pois atinge todas as classes e credos, sem distinção. 

 

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